Ela, três letras simples com uma complexidade indesvendável. Acho que Deus quis dar mais sentido, diria até, mais uma apimentada ao mundo quando a fez presente aqui neste planeta. Apesar de ter uma costela do homem, toda a personalidade e forma ela criou de si mesma. Destemida, arrojada, valente, doce, suave. Sabe adoçar a vida de alguém, mas também pode ser mais salgada que a água do mar. Sabe como dominar um homem, conquistar um império e tornar-se irresistível. Por que tamanha dualidade? Por que tão grande doçura? Por que tamanha complexidade?...
Ainda com todas as suas particularidades contrárias, ELA consegue o que quer, o imaginável, o temido, o destemido e todos os gêneros possíveis. Acredito que nem mesmo os cientistas conseguiram desvendar completamente o seu ser. E, talvez essa seja a parte fascinante Dela. Ah, como é bela! Ah, como é doce, Ah como??? Como??? Como??? É isso que continua a fascinar, não se sabe "como", não é definida em si completamente, definitivamente não se têm toda resposta pra ELA.
sábado, 5 de outubro de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Sem Julgamentos
Isso é feio, isso é bonito, essa pessoa é chata, essa pessoa é legal... Vivemos em um contante olhar observador através das janelas de nossas retinas que captam imagens, dos ouvidos que captam vozes e sons, sendo estes dois sentidos os principais emissores de avaliação levadas até o cérebro que recodifica tudo e cria um padrão "perfeito" de crença e julgamento. Vários fatores estão ligados a isso. Cultura, vivência, família, sociedade e nicho de convivência principalmente. Irônico é ter a capacidade de ver e ser cego, ter a capacidade de ouvir e ser surdo. Isso justifica-se pelo fato de que nem sempre somos capazes de traduzir perfeitamente o que é visto, o que é ouvido. Pois a nossa "maginifica" mente recodifica tudo como quer, como deseja e, nós, ingênuos e reféns de nossos próprios pensamentos sofremos as consequências emocionais e até mesmo físicas. Mas não somos mocinhos e mocinhas também não, pois fazemos julgamentos constantemente que também afetam as pessoas a nossa volta e acabamos por ser injustos com as mesmas.
A verdade é que a medida que julgamos é a mesma em que somos julgados. Se tivermos essa consciência e vivenciarmos essa prática, haverá grandes possibilidades de viver bem e melhor. bem com o outro, com o próximo, bem consigo mesmo. Dizer que uma pessoa é boa ou ruim, que é feia ou bonita, que é chata ou legal é uma auto-sabotagem. Portanto, vivamos sem julgamentos e principalmente sem preconceitos. è Difícil? Sim, mas não é impossível. Transformar a sua casa, o seu corpo físico já é um belo começo. Comece por varrer a poeira dentro de sua memória. Torne-a límpida. Tira todos os resíduos de pre-julgamentos, pre-conceitos mal formulados, e tudo aquilo que te impede verdadeiramente de ver e ouvir. Para isso, ouçamos sempre aquele ótimo trecho de Gabriel O pensador: "muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente". Ser livre de julgamentos é manter a serenidade na alma e a paz nas relações. Se for pra julgar, que só julguemos positivamente. Não sou o dono de nada que digo sou apenas um aluno que vivencio e aprendo com minhas próprias concepções....
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